Não sei....
QUEM ESPERA, DESESPERA...
mas....
QUEM ESPERA SEMPRE ALCANÇA.
e agora?
eu espero.
quinta-feira, outubro 04, 2007
domingo, setembro 30, 2007
cor
Neste domingo cinzentão, queria vestir-me de azul brilhante como a Feist,cantar e dançar rodeada de gente vestida de vermelho, amarelo, verde. Espalhar a cor por aí.
Bom domingo!
Bom domingo!
quinta-feira, setembro 27, 2007
papel-bolha
Num dos post anteriores falei em a-coisa-melhor-do-mundo. Esqueci-me de falar do papel-bolha e da maravilhosa sensação que é rebentar aquelas bolhas( que não se explica, ou então explica-se com a clássica definição " uma sensação de absorção mas ao contrário").
Todos nós conhecemos este fenómeno. Quando não tiverem dinheiro ou pachorra para irem comprar o papel-bolha ( ou se não souberem onde comprá-lo) vão a :
http://www.gustavoguimaraes.com.br/arquivo/images/papelbolha.swf
e vão encontrar isto :
Não é a mesma coisa, mas serve para relaxar em momentos stressantes, ou simplesmente quando nada vos surgir para fazer.
terça-feira, setembro 25, 2007
segunda-feira, setembro 10, 2007
a melhor coisa do mundo

Há tanta coisa que podemos dizer que é a melhor do mundo.
O chocolate, o sorriso de que mais gostamos, o pôr de sol da nossa janela, o brinde no restaurante com os nossos amigos, o viajar, o simples receber de um telefonema com boas notícias, um gelado no inverno, aquele filme que nos faz rir,aquele abraço que há algum tempo esperávamos receber, a nossa música preferida a ressoar em alto volume no nosso carro, o acordar num sábado tranquilo sem termos que ir trabalhar, pôr o relógio de parte nas férias e não ter pressas, o beber de um delicioso sumo numa esplanada com vista panorâmica do nosso local favorito.
Afinal, são tantos momentos e sensações que podiam caber aqui neste texto. Mas, e se de repente tivesse que escolher só uma?
Podia escolher a praia.
Verão ou Inverno. Vazia, ou com mais chapéus de sol a colorir o areal. O descalçar dos sapatos e os grãos de areia, a entranharem-se nos nossos pés. Uns grãos de areia dentro dos nossos ténis.
Sol, a torrar, o cheiro do protector solar. O mar azul, transparente. Céu nublado, o vento a soprar, o mar azul, mais acinzentado. As cores do mar. A cor da toalha da praia. Estendida, onde nos estendemos. Dobrada e revirada, impossível de controlar se o vento dá de si.
Pequena ou de vasto areal. Com rochas a fazerem-nos companhia e a pedirem-nos cuidado onde pomos os pés. Com todo o horizonte à frente. Olhamos para a esquerda, mar, olhamos para a direita, mar. Nada mais.
O corpo, num reduzido bikini, num antiquado fato de banho, nuns calções de banho com flores havaianas. A água fria, gelada. A água menos fria. As ondas, a rebentação. O mar sem ondas. A maré vazia e a maré cheia.
O mergulho. Tímido, espalhafatoso, de chapa. O som do nadar e do nosso chapinhar na água.
Estendidos na areia, olhos fechados, ouvidos atentos com o som das ondas a rebentar.
O corpo molhado, o corpo seco, com o sabor do sal.
Boiar. O mar por baixo de nós, e em cima, o céu.
De dia, de noite. Sempre.
O chocolate, o sorriso de que mais gostamos, o pôr de sol da nossa janela, o brinde no restaurante com os nossos amigos, o viajar, o simples receber de um telefonema com boas notícias, um gelado no inverno, aquele filme que nos faz rir,aquele abraço que há algum tempo esperávamos receber, a nossa música preferida a ressoar em alto volume no nosso carro, o acordar num sábado tranquilo sem termos que ir trabalhar, pôr o relógio de parte nas férias e não ter pressas, o beber de um delicioso sumo numa esplanada com vista panorâmica do nosso local favorito.
Afinal, são tantos momentos e sensações que podiam caber aqui neste texto. Mas, e se de repente tivesse que escolher só uma?
Podia escolher a praia.
Verão ou Inverno. Vazia, ou com mais chapéus de sol a colorir o areal. O descalçar dos sapatos e os grãos de areia, a entranharem-se nos nossos pés. Uns grãos de areia dentro dos nossos ténis.
Sol, a torrar, o cheiro do protector solar. O mar azul, transparente. Céu nublado, o vento a soprar, o mar azul, mais acinzentado. As cores do mar. A cor da toalha da praia. Estendida, onde nos estendemos. Dobrada e revirada, impossível de controlar se o vento dá de si.
Pequena ou de vasto areal. Com rochas a fazerem-nos companhia e a pedirem-nos cuidado onde pomos os pés. Com todo o horizonte à frente. Olhamos para a esquerda, mar, olhamos para a direita, mar. Nada mais.
O corpo, num reduzido bikini, num antiquado fato de banho, nuns calções de banho com flores havaianas. A água fria, gelada. A água menos fria. As ondas, a rebentação. O mar sem ondas. A maré vazia e a maré cheia.
O mergulho. Tímido, espalhafatoso, de chapa. O som do nadar e do nosso chapinhar na água.
Estendidos na areia, olhos fechados, ouvidos atentos com o som das ondas a rebentar.
O corpo molhado, o corpo seco, com o sabor do sal.
Boiar. O mar por baixo de nós, e em cima, o céu.
De dia, de noite. Sempre.
A praia.
terça-feira, setembro 04, 2007
la cosa vostra
segunda-feira, setembro 03, 2007
no leme
Cumpriu-se o bom dever cívico do português.
Ver todos os anos os Xutos e Pontapés ( pelo menos uma vez..)em concerto.
Ontem em Belém, mesmo ao lado da Torre.
Eu e mais de metade da população lisboeta.
E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,
a vida é sempre a perder...
sábado, agosto 25, 2007
méééé
Quando estamos com preguiça intelectual e nada ocorre para fazer um post, existe sempre uma solução muito eficaz, e muito proveitosa. Recorrer á Imprensa. E para mal dos nossos pecados, o mercado do absurdo e do fait-divers não existe só no 24horas ou no Tal e Qual.
A seguinte notícia surge no Diário de Notícias ( que se torna lentamente um novo Correio da Manha) :
Carneiro à solta em urbanização
Amadora. Animal andou desorientado durante quatro horas a acabou por partir uma porta em Casal de Vila Chã.
Um carneiro andou à solta numa das novas urbanizações em construção na Amadora e destruiu uma porta de vidro com uma marrada. Depois de vaguear entre os prédios e carros durante mais de quatro horas, o animal subiu as escadas de acesso a um prédio da Avenida Cottinelli Telmo, em Casal de Vila Chã, e surpreendido com o reflexo numa porta, deu-lhe uma marrada. Assustado, acabou por fugir. Tudo aconteceu às 20.00 de quarta feira. a PSP esteve no local.
ps. Decidi ilustrar o artigo tal como ele estava no jornal.
ps1. Assim vale a pena comprar jornais, porque a partir de agora, vou passar a ter mais cuidado de cada vez que saia do meu prédio, não vá estar um carneiro assustado e cornudo à minha espera. A Imprensa cumpre assim a sua função.
A seguinte notícia surge no Diário de Notícias ( que se torna lentamente um novo Correio da Manha) :
Carneiro à solta em urbanização

Amadora. Animal andou desorientado durante quatro horas a acabou por partir uma porta em Casal de Vila Chã.
Um carneiro andou à solta numa das novas urbanizações em construção na Amadora e destruiu uma porta de vidro com uma marrada. Depois de vaguear entre os prédios e carros durante mais de quatro horas, o animal subiu as escadas de acesso a um prédio da Avenida Cottinelli Telmo, em Casal de Vila Chã, e surpreendido com o reflexo numa porta, deu-lhe uma marrada. Assustado, acabou por fugir. Tudo aconteceu às 20.00 de quarta feira. a PSP esteve no local.
ps. Decidi ilustrar o artigo tal como ele estava no jornal.
ps1. Assim vale a pena comprar jornais, porque a partir de agora, vou passar a ter mais cuidado de cada vez que saia do meu prédio, não vá estar um carneiro assustado e cornudo à minha espera. A Imprensa cumpre assim a sua função.
terça-feira, agosto 21, 2007
no title
A imprevisibilidade é melhor amiga das nossas certezas.
As nossas certezas são as nossas melhores ilusões.
As nossas certezas são as nossas melhores ilusões.
quinta-feira, agosto 09, 2007
e tomar banho nunca mais foi a mesma coisa

Na passada terça feira, dei-me a uma experiência diferente. Fui "festejar" a Festa do Cinema 2007, do INATEL. Fui ver o mítico Psycho do Hitchcock. Não foi a primeira vez que tive oportunidade de assistir ao filme, mas em versão " ecrân grande" é tudo muito mais divertido. E em boa verdade o mais divertido de tudo é que o filme não se resume à também mítica cena do chuveiro, que ficámos a saber demorou.... uma semana a ser filmada!
O realizador quis filma-la de 80 ângulos diferentes... perfeccionista?
Já não se fazem filmes de terror assim! Não há filmes perfeitos, mas este é daqueles que chega lá perto...
Metam-se na vossa sala, sozinhos em casa, desliguem as luzes e ponham o som bem alto...
O realizador quis filma-la de 80 ângulos diferentes... perfeccionista?
Já não se fazem filmes de terror assim! Não há filmes perfeitos, mas este é daqueles que chega lá perto...
Metam-se na vossa sala, sozinhos em casa, desliguem as luzes e ponham o som bem alto...
BUH!
Bom filme!
O Ben Harper é um grande músico e a Vanessa da Mata tem uma presença simpática.
Assim se fez uma canção que gosto.
Boa Sorte. ou Good Luck.
Assim se fez uma canção que gosto.
Boa Sorte. ou Good Luck.
É só isso
Não tem mais jeito
Acabou, boa sorte
Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará
Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais
That’s it
There is no way
It over, Good luck
I have nothing left to say
It’s only words
And what I feel
Won’t change
Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It´s too much
É pesado/ It’s heavy
Não há paz / There is no peace
Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais / Isn´t real
Expectativas / Expectations
Desleais
Mesmo, se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa
Que o aconselha
Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais
Now even if you hold yourself
I want you to get cured
From this person
Who poisoned you
There is a disconnection
See through this point of view
There are so many special people in the world
So many special people in the world
In the world
All you want
All you want
Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It´s too much
É pesado / It’s heavy
Não há paz / There is no peace
Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais/ Isn’t real
Expectativas / Expectations
Desleais
Now were Falling into the night
Um bom encontro é de dois
terça-feira, julho 31, 2007
dupla homenagem
Assim, de repente, o cinema perde dois dos seus maiores realizadores.
Primeiro, Ingmar Bergman.
Depois, Michelangelo Antonioni.
Goste-se ou não, não se discute a importância das suas figuras e das suas obras.
E assim de repente, deixo aqui a minha (dupla) e sentida homenagem.
Ingmar Bergman

Michaelangelo Antonioni
A 7º arte também vai sentir a vossa falta.
Primeiro, Ingmar Bergman.
Depois, Michelangelo Antonioni.
Goste-se ou não, não se discute a importância das suas figuras e das suas obras.
E assim de repente, deixo aqui a minha (dupla) e sentida homenagem.
Ingmar Bergman

Michaelangelo Antonioni
A 7º arte também vai sentir a vossa falta.
sábado, julho 28, 2007
terça-feira, julho 24, 2007
Maravilhoso mundo da publicidade - parte I
"Passa mais tempo com os teus amigos, e não com tampão"
- nova slogan da OB
- nova slogan da OB
Fazer anúncios a tampões deve ser coisa para fazer dor de cabeça aos criativos. " Estás a trabalhar no quê? Olha... nos tampões da OB."
Como se faz uma publicidade gira a tampões ? Não se faz, porque o tampão não é uma coisa gira.
Quanto menos se falar nele melhor.
Ele tende a ser discreto. Aliás, é para isso que serve. Basta dizer que é confortável. É que o resto...não interessa.
Misturar na mesma frase palavras como tampão e amigos não é uma boa ideia. Depois dizer " passa mais tempo com os teus amigos, e não com o tampão" é uma redundância redundante ( passo a redundância).
Toda a gente sabe que o tampão só serve para certos dias do mês... e os amigos não!
A menos que se trate de alguém extremamente anti-social.
quinta-feira, julho 05, 2007
Abrir a janela ao Verão
Deixo a janela aberta.
Olho as luzes da cidade.
Sinto as boas vindas das noites de Verão.
Vou sonhar com o Sol que amanhã vai brilhar no céu azul.
E para dizer olá aos melhores meses do ano ouço Águas de Março.
Olho as luzes da cidade.
Sinto as boas vindas das noites de Verão.
Vou sonhar com o Sol que amanhã vai brilhar no céu azul.
E para dizer olá aos melhores meses do ano ouço Águas de Março.
quarta-feira, junho 27, 2007
quinta-feira, junho 21, 2007
quarta-feira, junho 13, 2007
arrumações
Abriu as portas do armário e todas as gavetas. As particulas do pó e do mofo misturaram-se rapidamente com as partículas do ar viciado daquele quarto.
Esvaziou o armário e atirou tudo para o chão. Olhou para aquele interior de madeira vazio e nu como nunca tinha visto.
Olhou para as gavetas e numa fúria contida, arrancou delas tudo o que tinham dentro.
O seu contéudo estava espalhado pelo chão. Desarrumado, abandalhado, desleixado e desprezado. Tal como estava dentro do armário. Mas as portas ocultavam o que agora estava à vista, à luz do dia.
Não era fácil encarar aquela desarrumação. Era preciso trabalho e paciência. Limpou o pó. Deu um novo brilho à madeira. Organizou tudo o que tinha. Deitou fora o que não queria, não precisava e o que nunca teve coragem de meter dentro do caixote do lixo ou mandar pela janela.
Descobriu coisas que já não se lembrava que tinha e que gostava.
Por entre armários, caixas e gavetas descobriu que ao conhecer o que tem por detrás de portas e gavetas era muito mais feliz.
Esvaziou o armário e atirou tudo para o chão. Olhou para aquele interior de madeira vazio e nu como nunca tinha visto.
Olhou para as gavetas e numa fúria contida, arrancou delas tudo o que tinham dentro.
O seu contéudo estava espalhado pelo chão. Desarrumado, abandalhado, desleixado e desprezado. Tal como estava dentro do armário. Mas as portas ocultavam o que agora estava à vista, à luz do dia.
Não era fácil encarar aquela desarrumação. Era preciso trabalho e paciência. Limpou o pó. Deu um novo brilho à madeira. Organizou tudo o que tinha. Deitou fora o que não queria, não precisava e o que nunca teve coragem de meter dentro do caixote do lixo ou mandar pela janela.
Descobriu coisas que já não se lembrava que tinha e que gostava.
Por entre armários, caixas e gavetas descobriu que ao conhecer o que tem por detrás de portas e gavetas era muito mais feliz.
segunda-feira, junho 11, 2007
Lisboa!
quinta-feira, junho 07, 2007
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