Pergunta : Qual é a minha relação com o conceito compromisso?
Resposta : É não me comprometer com a possível resposta.
terça-feira, setembro 29, 2009
segunda-feira, setembro 28, 2009
Já pude reparar que existe um grande hype à volta deste livro.
Tem um preço exorbitante, mas reune vários factores que me agradam :
- o escritor é sul americano
- o livro tem 1000 páginas ( Calhamaços ao poder!)
- eu cá gosto de clássicos e best-sellers e livros de que toda a gente fale
Hoje vou dar uma fugida à Fnac da Baixa-Chiado e ler uns excertos.
Tem um preço exorbitante, mas reune vários factores que me agradam :
- o escritor é sul americano
- o livro tem 1000 páginas ( Calhamaços ao poder!)
- eu cá gosto de clássicos e best-sellers e livros de que toda a gente fale
Hoje vou dar uma fugida à Fnac da Baixa-Chiado e ler uns excertos.
domingo, setembro 27, 2009
eleições
O PS ganha pq o PSD tem uma líder fraca, sem carisma, sem visão de futuro, sem propostas.
Incrível como o PP ultrapassa o BE.
Mais incrível, é que num país onde nos últimos anos houve dezenas de greves, manifestações, revolta, chega-se à hora H, e 40% das pessoas acham que não vale a pena exercer o seu direito de voto. Isto sim é grave.
Que falta de coerência.
happy happy meal
Pareço uma criança tonta a rir-se a ver estes anúncios do happy meal.
Adoro adoro. poem-me bem disposta! A minha parte favorita é o movimento circular de anca.
state of mind - actualizado
A razão ganha à emoção.
sempre foi assim.
"eu sempre te vi como uma pessoa mais racional que emocional" disseram-me ontem. Sim, é verdade. É absolutamente verdade. Eu sempre quis deixar, deliberadamente, que a razão, o cérebro, a lógica, vencesse o coração, o sentimento, o deixar descontroloar uma emoção.
sempre foi assim.
"eu sempre te vi como uma pessoa mais racional que emocional" disseram-me ontem. Sim, é verdade. É absolutamente verdade. Eu sempre quis deixar, deliberadamente, que a razão, o cérebro, a lógica, vencesse o coração, o sentimento, o deixar descontroloar uma emoção.
Muito de nós é feito de emoções. Mas até as emoções possuem algo de racional. Não nascem do nada, não são espontâneas. E as emoções acabam sempre por aproximar-se da razão.
É bonito ser-se emocional. É bonito viver a vida com as emoções à flor da pele. É bonito chorar, rir, ter prazer, ter um desgosto, pode até parecer bonito fazer o percurso da vida apenas guiado pelas emoções, que parecem tão irracionais.
Não é bonito sermos acusados de sermos autênticos cubos de gelo . Não é bonito sermos acusados de sermos frios.
Fui formatada para ser assim. Eu choro muito, rio muito, emociono-me muito, pareço volátil, frágil, mas no fundo, quando me sento sozinha no meu canto, rebobino tudo o que acontece, encaixo as peças, construo o castelo e gosto às vezes até de prever o que vai acontecer. Gosto muito das lógicas das dinâmicas da vida. Formatei-me assim. Felizmente, a razão não supera a imprevisibilidade da vida, e é exactamente essa imprevisibilidade que permite o meu lado emocional sobreviver.
Não me sinto confortável quando o lado emocional se descontrola e perdemos o rumo a nós mesmos. Não gosto, não gosto. A razão salva-me dos afundanços da vida.
Talvez pareça que eu pense demais e sinto de menos.
Mas é exactamente por eu sentir de mais, que penso ainda mais.
sexta-feira, setembro 25, 2009
Ases pelos Ares
Alguém que explique aos pilotos da TAP o que é ganhar mal.
Façam também um desenho para lhes explicar que quantas mais greves fizerem, mais difícil será verem os seus ordenados aumentados.
Façam também um desenho para lhes explicar que quantas mais greves fizerem, mais difícil será verem os seus ordenados aumentados.
On the subway
Duas mulheres a conversar no metro, sem pudor do seu tom alto de voz.
Uma delas arrisca e diz :
" Ah, mas não acho que vale a pena sofrer assim tanto por uma pessoa. As mulheres agora estão é a virar lésbicas, porque já nem há homens."
Uma delas arrisca e diz :
" Ah, mas não acho que vale a pena sofrer assim tanto por uma pessoa. As mulheres agora estão é a virar lésbicas, porque já nem há homens."
quinta-feira, setembro 24, 2009
Um bonito piropo
Já faz algum tempo... mas não o registei aqui:
" Você ( e a sua colega) são de uma elegância que até me deixa mal disposto."
" Você ( e a sua colega) são de uma elegância que até me deixa mal disposto."
Sacanas sem lei
Assim se chama o novo filme de Quentin Tarantino, e que tive a oportunidade de ver esta semana.
É provavelmente um dos meus realizadores favoritos, já vi todos os filmes, e já revi consideravelmente ( muitas vezes) o Kill Bill. É, para mim, a sua masterpiece.
O Death Proof era uma filme agradável, mas uns furos abaixo dos anteriores. Este Sacanas sem lei é claramente uns furos acima.
Morte, violência e sangue, O homem não dispensa dos seus filmes. E por baixo ( ou por cima) de um tema tão sensível como o Nazismo, a II guerra Mundial, a malvadez do c*brão do Hitler, disfarça-se a ferida com um bom argumento, personagens burlescas ( Brad Pitt num óptimo registo e o coronel Landa das SS com um papel m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o )uma boa banda sonora, e diálogos muito, muito bem escritos.
Aquela cena inicial fascinou-me.
Não acho que é exagerado dizer que o Tarantino continua no top dos grandes realizadores contemporâneos, quer se goste ou não.
Mas, reparei que vai buscar alguns pormenores do Kill Bill ( nomeadamente o detalhe do " chapter one, chapter two" e a cena da ante-estreia no hall do cinema tem ali um plano ou outro que faz recordar os planos da cena da matança que a Uma Thrman faz no restaurante japonês no Kill Bill 1. Mas é perdoável.
É provavelmente um dos meus realizadores favoritos, já vi todos os filmes, e já revi consideravelmente ( muitas vezes) o Kill Bill. É, para mim, a sua masterpiece.
O Death Proof era uma filme agradável, mas uns furos abaixo dos anteriores. Este Sacanas sem lei é claramente uns furos acima.
Morte, violência e sangue, O homem não dispensa dos seus filmes. E por baixo ( ou por cima) de um tema tão sensível como o Nazismo, a II guerra Mundial, a malvadez do c*brão do Hitler, disfarça-se a ferida com um bom argumento, personagens burlescas ( Brad Pitt num óptimo registo e o coronel Landa das SS com um papel m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o )uma boa banda sonora, e diálogos muito, muito bem escritos.
Aquela cena inicial fascinou-me.
Não acho que é exagerado dizer que o Tarantino continua no top dos grandes realizadores contemporâneos, quer se goste ou não.
Mas, reparei que vai buscar alguns pormenores do Kill Bill ( nomeadamente o detalhe do " chapter one, chapter two" e a cena da ante-estreia no hall do cinema tem ali um plano ou outro que faz recordar os planos da cena da matança que a Uma Thrman faz no restaurante japonês no Kill Bill 1. Mas é perdoável.
quarta-feira, setembro 23, 2009
olha, afinal...
Eu disse que me ia casar este Verão.
Aliás, cheguei piamente a acreditar nisto. Mas não casei, por motivos metafísicos e analíticos.
Tendo em conta este facto, acabei de decidir que vou mesmo casar na primavera de 2010 ( porque assim até lá ainda tenho muuuuuitos meses pela frente.)
Aliás, cheguei piamente a acreditar nisto. Mas não casei, por motivos metafísicos e analíticos.
Tendo em conta este facto, acabei de decidir que vou mesmo casar na primavera de 2010 ( porque assim até lá ainda tenho muuuuuitos meses pela frente.)
need to stop
Sinto-me uma maluquinha. Sem tempo para fazer as minhas coisas, e por exemplo ficar em casa, e arrumar a pilha de papéis que tenho em cima da minha secretária e a roupa usada que está despejada na cadeira. Parece que na última semana e meia não fiquei nenhuma noite em casa. De facto, não fiquei. Tem sido o constante Levantar-trabalho-mil e uns afazeres - chegar a casa e dormir.
Tanta coisa na cabeça, com um ritmo demasiado rápido. O meu coração bate (literalmente) a mil hora por estes dias.
Este ritmo demasiado rápido leva a que pequenas coisas da minha vida se tornem num autêntico caos. Nos últimos dias, o rádio deixou de funcionar, o relógio também, a pulseria ficou com o fecho estragado, não faço ideia onde coloquei o cabo do IPOD, o meu pc não tem o som funcionar, não sei dos meus oculos escuros pretos e por aí fora.
Parecem coisas banais, mas, não são. São demasiados pequenos aborrecimentos que começam a acumular-se.
Para além disso, estou a ganhar o hábito tontinho de ir nos transportes públicos e simular que estou a fazer a escala a duas mãos no piano, a bater os dedinhos nas pernas, ou em cima da mala. Hoje vinha a ouvir uma determinada musica e a tentar encontrar o ritmo insistentemente da mesma forma. Quem me visse achava que eu uma daquelas pessoas disfuncionais.
Tanta coisa na cabeça, com um ritmo demasiado rápido. O meu coração bate (literalmente) a mil hora por estes dias.
Este ritmo demasiado rápido leva a que pequenas coisas da minha vida se tornem num autêntico caos. Nos últimos dias, o rádio deixou de funcionar, o relógio também, a pulseria ficou com o fecho estragado, não faço ideia onde coloquei o cabo do IPOD, o meu pc não tem o som funcionar, não sei dos meus oculos escuros pretos e por aí fora.
Parecem coisas banais, mas, não são. São demasiados pequenos aborrecimentos que começam a acumular-se.
Para além disso, estou a ganhar o hábito tontinho de ir nos transportes públicos e simular que estou a fazer a escala a duas mãos no piano, a bater os dedinhos nas pernas, ou em cima da mala. Hoje vinha a ouvir uma determinada musica e a tentar encontrar o ritmo insistentemente da mesma forma. Quem me visse achava que eu uma daquelas pessoas disfuncionais.
terça-feira, setembro 22, 2009
uma gaffe
No post anterior " Porque sim" escrevo " pôr os bois à frente da carroça", em vez de "carroça à frente dos bois". Linda gaffe.
Mas também não a vou mudar.
Mas também não a vou mudar.
segunda-feira, setembro 21, 2009
Porque Sim.
Saí stressada do escritório.
Cheguei à minha terceira aula de piano, envergonhada e ressentida por não ter podido treinar durante a semana.
Sentei-me no banquinho, esclareci dúvidas com a minha professora, e os dedos começaram a roçar suavemente as teclas. Cada vez com mais segurança. Cai a neve, o pretinho barbabé,o piano, indo eu. Tudo títulos das canções com que me inicio nestas lides, e que me predisponho a tocar como se tocasse uma peça de Bach. Primeiro olho para a pauta ( ainda a tocar só com uma mão.) Depois leio o ritmo, depois leio as notas.
A seguir passo o ritmo e as notas para as teclas. Soa-me bem, sai-me bem. Os dedos libertam-se e caminham cada vez com mais leveza. Soube-me a pouco, mas saí de lá completamente nova.
Cheguei à minha terceira aula de piano, envergonhada e ressentida por não ter podido treinar durante a semana.
Sentei-me no banquinho, esclareci dúvidas com a minha professora, e os dedos começaram a roçar suavemente as teclas. Cada vez com mais segurança. Cai a neve, o pretinho barbabé,o piano, indo eu. Tudo títulos das canções com que me inicio nestas lides, e que me predisponho a tocar como se tocasse uma peça de Bach. Primeiro olho para a pauta ( ainda a tocar só com uma mão.) Depois leio o ritmo, depois leio as notas.
A seguir passo o ritmo e as notas para as teclas. Soa-me bem, sai-me bem. Os dedos libertam-se e caminham cada vez com mais leveza. Soube-me a pouco, mas saí de lá completamente nova.
Queria ter a certeza que rapidamente ia conseguir dominar aquele instrumentão. Não tenho, de todo. Talvez esteja a por alguns bois à frente da carroça ( ah como eu adoro esta expressão) , quando vou ter que exigir de mim, ter tomates ( outra expressão maravilhosa) e arranjar uns acordes para o ManEater, para o Mercy ou para o When you Were young.
domingo, setembro 20, 2009
Dirty Dancing
Apaixonei-me a ver de novo o Dirty Dancing.
E tive saudades de me rir como aqueles apaixonados do filme.
E tive saudades de me rir como aqueles apaixonados do filme.
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