Quarta-feira, Novembro 11, 2009

pianisticamente falando ( continuum)

E assim, de mansinho, pego nos acordes que começo a aprender e a decorar. A mão esquerda, ainda timidamente, faz os acordes sobre as teclas do piano. Depois de um curto treino, dói, porque ainda está tensa. A mão direita, faz a harmonia, numa improvisação absolutamente básica, mas que soa bem. A mão direita já nunca está tensa, e já desliza pelas teclas sem que me concentre nela.

Uma qualquer improvisação no piano soa bem. Sempre. Mesmo para quem está a dar os primeiros passos.
Quase que dá vontade de pegar numa pauta vazia, e compor uma pequena melodia. Com os acordes já sabidos, já se pode construir algo. Com clave de sol, com clave de fá.

Acordes em estado fundamental. Foi a última coisa que aprendi.

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Men are not nice guys

George Clooney

( desta vez não me importo que me chamem de previsivel.
Aceitam-se sugestões para os proximos men are not nice guys.)

Quinta-feira, Novembro 05, 2009

uma tentativa

Quero um bilhete para ir ver os Muse.
Quem passar por aqui e queira fazer-me feliz....fico à espera.

O Bryan Adams faz 50 anos

Nunca deve ter sido revelado neste blog que o Bryan Adams é o meu cantor/ídolo de adolescente. Deve ter tudo começado com os meus 14/15 anos. Ouvia os cds repetidamente, cantava as músicas de trás para a frente (normalmente é mais vice-versa) e viajava no romantismo de algumas das suas músicas.

Bom, hoje continua basicamente o mesmo. Menos ouvir os cds muito frequentemente e viajar no romantismo. Vá, viajo pouco. Só de vez em quando. Eu sou, na maior parte da minha vida, uma rapariga pouco romântica.
Quando ouço as suas músicas, há aqui dentro alguma emoção, que continua a mesma como se tivesse 15 anos. Kit Kat, não te julgava tão pirosa, toda emocionada quando ouves Bryan Adams - pensa quem lê este post. E pensa bem.
Posso aproveitar para dizer que devo ser a única pessoa neste mundo que não gosta muito do" Everything I do, I do it for you". Parece-me uma das poucas músicas aborrecidas deste senhor.

Um dos momentos que mais gosto de recordar é o concerto que deu em 2004 ( se não me falha a memória) em Fevereiro no Pavilhão Atlântico. Foi o culminar de toda uma adolescência.
Foi uma grande loucura. Pavilhão a abarrotar, gente de todas as idades, três horas a cantar (literalmente) todas as músicas, tipo best of. Só faltou o Please, forgive me. E faltou-me a voz no dia seguinte também.

O Bryan Adams hoje faz 50 anos. Como é que eu não poderia assinalar esta data ?

It cuts like a knife, but it feels so right.

Terça-feira, Novembro 03, 2009

o quê pá?

Aguardava a minha companhia para almoçar, encostadinha e a ler um livrinho, para fingir que não estava a ver o tempo a passar.
A companhia chega e exclama : Epá, és mesmo ministra da cultura!

objecto do dia

Os óculos.

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

Se eu fosse uma música

Adoro pá, adoro.

Comentário

Por favor alguém nos salve dos anúncios do Pingo Doce.
Que porcaria é aquela " Hà 6 meses eu chamava-me António bla bla e Silva, hoje chamo-me António bla bla e Silva, daqui a 6 meses vou chamar-me António bla bla e Silva ; há coisas que nunca mudam como os preços do Pingo Doce..."

NÃO QUERO MAIS IR AO PINGO DOCE FAZER COMPRAS.

Sábado, Outubro 31, 2009

Brincar aos clássicos

Astérix faz 50 anos.
Parabéns.

Apenas Hitchcock

Já aqui alguma vez tinha falado deste senhor?
Mestre do suspense. Os seus filmes são verdadeiras obras-primas : seja pela sua técnica seja pelos seus argumentos. Situações que podiam acontecer a qualquer um de nós, mas pelo sim, pelo não, até seria melhor que não acontecessem.
A suspeita, a morte, o desaparecimento estão sempre por perto, sem que haja sangue, corpos desmembrados ou cabeças a rolar. A verdadeira tensão acumula-se, porque a qualquer momento, sabemos que alguma coisa vai acontecer. E normalmente, nao é muito agradável.
Vi à pouco tempo a Janela Indiscreta e o Homem que sabia demais. Brilhante.
E não me posso esquecer da Corda que é filmada num só plano, e ao que dizem, num só take. E também é dificil de esquecer a cena final " Os Pássaros" ou o último olhar da personagem do Psycho.

Ser genial, é só para quem pode. Este pode. Mesmo depois de desaparecer, continua a poder.

perdoem-me a insolência : mas quem nunca viu um filme deste senhor, não sabe o que é cinema.

Sexta-feira, Outubro 30, 2009

pensamentos

perdida por 100, perdida por 1000.
um dia perco mesmo a cabeça, e viro tudo ao contrário.