quarta-feira, março 25, 2009

como os nossos pais

Sabem daquele mito freudiano ( não sei se é do Freud a bem dizer) que diz que procuramos no nosso companheiro(a) alguém que nos faça relembrar, mesmo que incoscientemente, o nosso pai ou a nossa mãe?

Faz todo o sentido, e eu posso em parte também comprova-lo. Numa altura da minha vida conheci um rapaz, que dissecada a sua personalidade, fazia em muito lembrar o meu pai. Para além de todas as outras coisas, dava-me muita segurança, coisa que as mulheres procuram nos homens, porque os paizinhos transmitem isso às filhinhas.
E isto não se traduz nada em fraqueza da mulher com suposta força de homem.

Era por isso, muito provavelmente, incoscientemente também, que eu gostava tanto dele...
Ainda que não haja nenhum senhor à altura do nosso paizinho.

1 comentário:

Freckles disse...

mas o paizinho para alguém também não foi como o (agora) avôzinho. Se calhar é de os vermos como pai e não como companheiro.

Mas facto é que ninguém lhe chega aos calcanhares. Nem de perto